quinta-feira, 7 de junho de 2012

Não importa o quanto algo está machucando a gente. Às vezes... deixar isso para lá dói ainda mais.


Uma coisa que eu ainda não aprendi a me acostumar é com o fato de que você está sempre indo embora. E nunca é fácil lidar com isso. E ás vezes parece loucura mas eu gosto mais de mim quando estou com você. E eu preciso voltar a gostar mais de mim quando você não está. Porque eu sei que um dia talvez numa bela manhã de sol, ou não, você vai embora pra não mais voltar. E nesse dia, eu preciso estar pronta para cuidar de mim ! 
O amor assusta porque ao nascer já anuncia: posso acabar! . Pior: o amor do outro pode acabar. Ou nada disso: Pode a vida e o dia e as horas serem mais fortes que qualquer impulso, e o que era um-mais-um, torna-se um a um. E o que resta é cada um levando como pode o que pulsa em si.

 O amor é ter a perder!

Ou não ter nada. É tudo e todo o medo e todos os perigos. Ou nada e paz. Ou nada!

O amor que nasce é assustadoramente amor. O amor que segue sozinho é assustadoramente só. Não há meio-termo porque o que amor quer é coragem, o amor quer entrega, o amor sempre quer. Nem sempre é harmonia, nem sempre delicadeza. Mais sempre amor. Até não mais. E isso demora.

É maior que nós, o amor faz sombra e assusta, até que se veja deele o seu verdadeiro tamanho. A sombra do amor assusta. Até que se entenda que ela é sombra e só. 

O amor nos pede a escolha: Ser do tamanho do medo ou da coragem :)) 





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